Segunda-feira, 14 de Maio de 2012




Dietas e Borbulhas, de Maria Teresa Maia Gonzalez
Esta obra é muito enriquecedora e alerta para a importância dos problemas dos jovens em geral, das doenças na adolescência e é a prova de que os adolescentes são pessoas normais, com muitos problemas. Acho que esta obra, tal como toda esta coleção e livros da autora, não só deveriam ser recomendados aos jovens, mas também aos pais e educadores, para que os percebam e aprendam a compreender e a trabalhar com eles.


Ana Camarinha-6ºD



O Diário de Sofia e C.a (aos 15 anos), de Luísa Ducla Soares

Achei este livro interessante, divertido e realista, porque pude estar na pele da Sofia a imaginar todas as aventuras por que ela passou. Estou convencida de que, quem ler este livro, vai refletir sobre os problemas que “inundam” ,nos dias de hoje, a adolescência, como o aborto, as drogas...
Sofia era uma menina... E uma vez, no seu aniversário, recebeu um diário. Num dia chuvoso, em que Sofia remexia na sua gaveta, encontrou um livro em branco, o diário que há anos tinha recebido. Ela gostava de escrever, mas a fama tentou-a. Nesta aventura, Sofia sente que tudo é novo na sua vida, que a criança que outrora vivia em si tinha desaparecido.
É então que Sofia conhece o novo amor, o Miguel, que para além de ser seu amigo, era o seu companheiro de estudo. Sofia descobriu toda a dolorosa história sobre o mundo das drogas e dos abortos.
Por isso, como não era só ela própria, o seu cão, a sua família e os seus amigos decidiu chamar ao diário “Diário de Sofia e C.a (aos 15 anos)”.


Ana Camarinha
6ºD

Terça-feira, 10 de Abril de 2012



Gostei muito de ler este livro. É uma história simples sobre a vida de uma família numa aldeia do Norte de Portugal, nos meados dos anos 60 do século XX. Abílio (personagem principal da história) aprende que " o conhecimento é a melhor ferramenta para sairmos airosamente da mediocridade", ou seja, devemos conhecer melhor as coisas para sermos superiores.
Uma historia, repleta cheia de sonho e esperança."Ninguém perguntou por mim" é o 12º romance da Coleção de livros de António Mota, que tem todos os títulos incluídos no Plano Nacional de Leitura.
Recomendo a leitura deste livro.

Eduarda Pinto 7ºA






Adorei ler este livro! Ensinou-me fantásticas histórias de vida que me alertaram para os acontecimentos do mundo. Recomendo-o a todos!




Mariana Monteiro 7ºA

Sexta-feira, 16 de Março de 2012




Enid Blyton
Enid Mary Blyton, nasceu a 11 de Agosto de 1897, num pequeno andar sobre uma loja em Lordship Lane, Zona este de Dulwich em Londres. A sua família mudou-se para Beckenham em Kent quando tinha alguns meses de idade, local onde Enid e os seus irmãos, Hanly e Carcey passaram a sua infância. Hoje Beckenham é uma cidade ativa, mas no século passado era uma localidade calma e rural. Enid foi uma apreciadora da história natural e recordava sempre os passeios que fazia com o seu pai Thomas Blyton. Ele ensinou-lhe tudo sobre a natureza: animais, insectos, aves e plantas, que viviam nos campos em volta da sua casa. O seu entusiasmo pelo estudo da natureza foi muito importante para o resto da sua vida, onde aplicou os conhecimentos em muitos livros, histórias poemas e artigos. Também gostava muito de ler. Lia tudo o que lhe caía nas mãos, até enciclopédias difíceis. Com o incentivo do pai, começou a inventar as suas próprias histórias e poemas. Tal como gostava de escrever, também detestava ajudar em casa e cuidar dos seus irmãos mais pequenos. A sua mãe Theresa não compartilhava nenhum interesse de Enid ou do seu pai. Com o tempo Thomas e Theresa concluíram que já não tinham nada em comum, separando-se quando Enid tinha 13 ou 14 anos, tendo ficado com a sua mãe. Enid sofreu muito com a saída do pai. Thomas foi um bom pianista e tinha planeado uma carreira musical para a sua filha, mas em 1916 Enid decidiu que a única coisa que queria era estudar para professora. Telefonou ao pai e convenceu-o a assinar os papéis necessários e um ano depois começou a estudar para professora primária, em Ipswich High Scholl
Tempos depois, nas suas horas vagas, começou a escrever seriamente. No início, Enid Blyton teve dificuldade em encontrar um editor para publicar as suas histórias e durante alguns anos o seu trabalho foi negado constantemente. Como era uma pessoa determinada Enid não desistiu e continuou a escrever em cada minuto que tinha livre.
Enid Blyton nunca foi tão feliz como quando escrevia as suas histórias. Ela foi uma autora de nascimento e dai lhe ter sido fácil a criação de novos personagens e histórias. Na sua autobiografia, escreveu como criava uma nova história. Nunca a planeava antes de a escrever na máquina. Somente a colocava nos seus joelhos, fechava os olhos e imaginava a história: “É como espreitar por uma janela, ou um filme na minha cabeça, ver os meus personagens e escrever tudo no papel”. Foi uma prenda divina que lhe deu a força para escrever muitos livros e histórias. Entre Janeiro de 1940 e Dezembro de 1949, Enid Blyton tinha publicado mais de 200 livros, e nos anos 50 foram mais de 300! E não foi tudo, também respondia a centenas de cartas dos seus pequenos leitores, autografava livros, lia em público e sobretudo ajudava a angariar fundos para fins de caridade. Também tinha alguns passatempos, como jogar golfe e bridge.
Em 1974 Barbara Stoney escreveu a “Enid Blyton the Biography”, que revela a história verdadeira da sua vida.Passados 37 anos desde a sua morte, os livros de Enid continuam tão populares e a serem vendidos como edições anteriores, tanto em Inglaterra como em todo o mundo, incluindo Portugal. Quantos de vocês não conhecem ou não têm em casa um livro da Enid Blyton etc. As suas histórias e personagens foram reproduzidas em jogos, séries de televisão, revistas, banda desenhada, filmes e teatro. Mas onde está o segredo de todo este êxito? Em primeiro lugar, foi uma autora de nascença, sabia exatamente o que as crianças e jovens gostariam de ler; nas suas histórias o mundo é novo e verde, os dias, grandes e com sol; os adultos não chateavam muito e as crianças poderiam fazer tudo o que desejassem: explorar túneis secretos, acampar em ilhas com árvores e toda a natureza à volta, descobrir mistérios, procurar tesouros e até “vagabundear” no meio ambiente com carroças puxadas a cavalos. É um mundo mágico onde os bons ganham, a comida é em abundância e há sempre um final feliz. Pode haver melhor coisa que se queira ter? Todos os anos é prestado um tributo a esta autora, o chamado “Enid Blyton Day”, organizado pela Enid Blyton Society. Neste dia reúnem-se entusiastas que compram, trocam e vendem livros e outros colecionáveis. São realizadas palestras e convidados falam de variados assuntos.


Trabalho realizado pelas alunas do 6º D
Eva Cunha, Beatriz Gomes, Maria João Fernandes e Cátia Ribeiro

Segunda-feira, 5 de Março de 2012

Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012



"Uma aventura na ilha de Timor"
Pedro Gabriel - 6º A


"Uma aventura na quinta das lágrimas" de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Maria Beatriz - 6º A

Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

"A Queda de um Anjo".

A queda de um anjo é de fácil leitura e à medida que vamos lendo página a página este transporta-nos repentinamente de uma pacata vivida numa aldeia de Trás-os-Montes para a vida citadina, vivida na capital onde se vive realmente o oposto, isto é mais corrupção, menos inocência das pessoas e maior luta pela riqueza.
Ao ler este livro, eu assisti à transformação de Calisto Elói, considerado anjo enquanto o seu estilo de vida a isso se assemelha e, a queda do mesmo anjo quando opta por um estilo de vida nada semelhante a de um “anjo”.



Pedro Gabriel 6ºA